Boanerges Cezário*
Quem está inserido no mundo da literatura, entre um lançamento e outro de livros, encontra pessoas simpatizantes da escrita com diversas histórias e estórias.
E foi num lançamento desses, que encontrei Dani, uma grande amiga, que tem uma cabeça incrível.
Pessoalmente e profissionalmente é de uma natureza ímpar.
Aquela mulher (quase) perfeita domina até a arte da culinária, coisas difíceis nos tempos corridos de hoje, pois na qualidade de CEO, que foi de uma grande empresa, ainda arranjava tempo para desenvolver tal competencia, ou melhor, habilidade...
É incrível, eu que a conheço bem, posso garantir que também exerceu papel de mãe, encaminhando bem seus filhos para o mundo profissional.
Enfim, ela cumpriu boa parte de sua missão, mas falta uma: escrever um livro...
Perguntei a ela por que não realizava a ideia, então ela disparou:
_ Escrevo muito com os pensamentos. Já tive impulsos pra escrever crônicas quando eles me vêm, mas sou muito exigente comigo mesma. Aí, deixo pra lá
De imediato ri, mas emendei que o livro só tem graça se sair do mundo das ideias e virar realidade provocando ou não a reação dos leitores.
Mas também disse para ver se ela refletia sobre o assunto, pois o mais importante leitor de um texto da gente é a gente mesmo...
Mas caso alguém mais leia torna-se interessante também para saber o que provocamos na mente de outras pessoas.
Enfim, sou amigo de um filósofo chamado Zé Bidu, contei o caso dela pra ele e assim ele falou:
_ diga a essa moça, por favor, que livro não publicado é como uma receita de cozinha que a gente não tem coragem de fazer...
Moral da estória: mande suas ideias para o mundo, vai que alguém precisa ler o que você escreveu...ou não!?
Escritor*
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