quarta-feira, 15 de julho de 2026

ONDE SUA MÃE NÃO LHE APOIA

 Boanerges Cezário*



Certa vez um apedeuta desse meio do mundo desafiouBidu, filósofo do agreste potiguar,  com o seguinte próvérbio, que segundo ele era de origem chinesa: 

 

“O homem que ama muitas mulheres não ama nenhuma; quem ama uma mulher ama todas.” Uma reflexão sobre compromisso 

 

Bidu , que estava sentado, sentado ficou e começou a falar, mas antes acendeu um charuto cubano, que havia ganhado de um compadre que havia viajado à Ilha de Fidel  

Começou falando que hoje ele só ama uma mulher, mas conheceu muitas  

E concorda que uma é o resumo de todas 

Segundo Zé, a receita  não vale para todos, pois cada um opta por um regime.  

  

Ele decidiu pelo semiaberto, pois segundo Zé Bidu, casamento é igual a regime prisional. Bom, mas isso não é discussão jurídica, vamos voltar a realidade. 

Zé continuou falando que para o homem que  trabalha fora de casa, às 18h tem que estar  em casa com o saco de pão  francês quentinho e nem ouse chegar com o pão frio, se não  a coisa esquenta...pois essa é a receita para quem está trabalhando.  

  

Já para quem está aposentado, basta ficar a...mando 

  

A mando dos netos 

A mando dos filhos  

A mando da companheira 

Ou seja, tudo que mandarem o cabra fazer, ele tem que fazer, tendeu? 

  

Tem situações piores, como a de um ex-colega que está aposentado, que até lavar, passar e cozinhar ele assumiu, mas aí foi um acordo pelo Regime Fechado... 

Esse é muito complexo, comento não... 

Moral da Estória: Casamento e regime prisional tem tudo a ver, diferença é que no casamento nem sua mãe lhe apoia...ou não? 



Cronista*

quinta-feira, 9 de julho de 2026

COPA OU COZINHA?


Boanerges Cezário*

Digo que o Brasil tem chance de evoluir sempre para ser o maior país do mundo em termos de progresso econômico. 

Independentemente de lado político,  pois quando o povo quer e gosta de  alguma coisa, tudo se transforma e se realiza em projetos grandes com resultados. 

A gente tem terras raras, café,  soja, milho,  pecuária,  petróleo,  biodiversidade e...ah, entre varios temos a paixao nacional,  o futebol.


Acabamos de perder a chance de conseguir o hexa, mas ja estamos falando em 2030, se Anceloti continua, se Neymar vai ficar no grupo. 

Bruno Guimarães,  comovido, puxou o peso para os ombros, enfim, o brasileiro ê apaixonado e discute futebol.

Devo dizer que até  quem nao entende, opina e na unanimidade, pelo sim e pelo não,  talvez seja um dos poucos assuntos que os 215 milhões falam. 

E sobre Educação,  alguém  fala?

Esse é um dos itens que o brasileiro não costuma conversar, muito embora os índices  nao sejam muito bons. 

O nicho de escolas privadas capricha nas exigências,  algumas escolas públicas e universidades também,  fazendo com que a qualidade seja reconhecida aqui e até  fora do país, quando comparados de formas isoladas. 

Mas, enfim, o que quero expor aqui na verdade é sobre o amor que o Brasileiro tem mesmo para o futebol.

Reconhecidamente um seleiro de estrelas, mas perdemos mais uma vez a chance de chegar ao hexa.

Isso faz parte, mas voltando ao assunto chave para o Brasil, já pensou se o Brasileiro amasse a educação  como ama o futebol?

Eua e China,  por exemplo, tem seleções medíocres,  mas o progresso  desses países é indiscutível.

O que torna esses 2 países tão fortes , parecidos em riquezas e porte com o Brasil, mas um deles, o nosso, não caminha com foco a um desenvolvimento com bases sólidas?

Há diversos motivos, mas o maior deles , acredito que seja a falta de paixão e obsessão pela educação .

Se o brasileiro tivesse o mesmo amor pela educação como o que ele tem pelo futebol,  a gente estaria num patamar bem mais alto no ranking de desenvolvimento. 

Noruega, Inglaterra, Japao, França, Espanha, por exemplo, esses podem ser apaixonados de verdade pelo futebol, pois já cumpriram as bases da economia, onde o povo já pode luxar e, sim, futebol é luxo.

Enquanto o brasileiro pensa em futebol e não tem obsessão  sobre educação,  a seleção estará  sempre buscando o hexa e a população  carente do básico da educação,  que é saber ler de verdade e fazer contas básicas. 


Moral da estória: com esse futebol de COPA, a seleção  deveria voltar pra COZINHA e aprender a receita básica  de como jogar com força e vontade, assim como jogam Noruega, Marrocos, França,  Alemanha, Inglaterra, Argentina e CABO VERDE...ou não!?


Cronista