segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

PIRANGI PRAIANO 2020 (Fui antes de ter ido)








Boanerges Cezário*

Vou ou fico?
Caso ou separo?
Compro ou vendo?
Pago a vista ou a prazo?
Perguntas como essas, algum de nós já fez em certo momento da vida.
A partir de tais perguntas, decidimos o nosso estilo de vida, estado civil e outras coisas com as consequências das decisões.
Optar por uma ou outra resposta é sempre um jogo, quase um par ou ímpar, que em segundos a vida pode mudar, a sua conta bancária pode afundar e por aí vai...
Quantos encontros e desencontros foram arranjados ou não acontecidos por um incidente de última hora?
No final das contas, sempre ficamos com a pergunta ruminando na mente “e se eu tivesse dito sim? se eu tivesse partido? Valeu a pena não ter feito o que hoje tenho a dúvida do não?
Pois bem, estamos sempre adiando sonhos, deixando para amanhã, para as próximas férias, ou quando aposentar.
Mas qual a certeza que temos da vida? Talvez a de que existimos, mas até que dia? Até que hora? Quanto tempo nos resta?
Há pouco tempo, o apresentador Gugu Liberato faleceu depois de um acidente doméstico.
Cheio de vida e de projetos a serem realizados, mas novo se foi.
Então, o ano começa de novo, a corrida mais charmosa do litoral aconteceu e você o que fez?
Não veio de novo, achou que não estava pronto, mas afirma que no próximo ano vai?
A vida é esse movimento.
Você vai ou fica?
Casa ou separa?
Corre ou fica parado?
A vida não é perfeita, mas não existe indecisão. Apenas decidimos. O não decidir não existe. Estamos sempre decidindo.
Se deixou de ir à Pirangi Praiano 2020, não foi falta de decisão, foi decisão para ficar, para não ir, para arranjar desculpa para o ano que vem correr.
Quem garante que nossas decisões estão sendo tomadas de forma consciente?
Independentemente da decisão, nada nos garante que fizemos o certo ou errado.
Na verdade o que existe é uma chance que temos de decidir para ir ou não partir, que segundo Amyr Klink a decisão de não partir é o maior naufrágio.
Para 2021, você vai ficar atracado e naufragar ? ou vai, simplesmente vai?


Corredor de rua*




domingo, 22 de dezembro de 2019

A COMPREENSÃO DA VIDA QUE SEGUE



Carlão Mafra*



São duas Diferentemente do gato que têm 7 vidas, temos duas. Uma que passamos e

vivemos indiscriminadamente, até descobrir a outra que pacientemente temos que aprender a

administrar, com muito cuidado, com atitudes bem pensadas administrando um

comportamento limpo, procurando mostrar um bom exemplo, ciente de que a cada dia que

vivemos, possamos agradecer pelo simples motivo de acordarmos de mais um dia da primeira

e um dia a menos da segunda. Com poucos meses aprendemos a falar, com muitos anos

aprendamos a silenciar, agindo acertadamente com a devida precaução de entender que, o sol

que nasce, sem resistência, se esconde todo dia, enquanto a noite toma conta da situação às

vezes nos brindando com a luz das estrelas, do seu luar. Quanta pressa, quanto desperdício,

quanta inconsequência, quanta inconsciência, quanto exagero. Hoje vivo o meu passado,

relembrando não o negativo. Baseado nos erros e acertos, sou levado a entender o que tenho,

o que sou e como estou. Utilizando a lição do viver com responsabilidade, decência,

humildade, procurando fazer a minha parte ao lado da honestidade, da simplicidade da

dignidade humana. Escutemos o coração pois os olhos, não vêem a essência do viver. 

Que a maturidade nos dê a opção na escolha de pessoas que nos acrescentem positivamente, nos
fazendo seres melhores. Sem querer desperdiçar tempo algum, tenho pressa de viver bem,

devagar pois meu tempo se encurta a cada dia vivido. Que seja então todos os que virão, bem

vindos, que sejam alegres construtivos, acompanhados de tudo e de todas as situações boas

em que possamos proporcionar, com a permissão do nosso Pai maior, nosso criador.





Cantor, compositor e escritor.*

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

MAQUIAGEM DA MENTIRA (ou o que você quer ver)




 Boanerges Cezário*


O mundo se debruça em diversos dilemas minuto a minuto.
Verdades que parecem mentiras, que parecem verdades. Mentiras que parecem verdades, que parecem mentiras.
Por que escrevo isso? Se leu até aqui, continue. Se não continuar a leitura, problema seu, mas veja a prosa que quero prosear.
Em média, três vezes por semana, levanto às 5h da manhã para correr.
O aplicativo que uso para medir pace, tempo e outras conquistas tem a opção na configuração para otimizar o uso da bateria, economizando energia.
Sem querer, mexi na referida configuração e devo ter esquecido de salvar o que era para estar salvo  e a consequência foi desastrosa.

(Para ler na íntegra, consulte o livro ILAÇÕES CORRIDAS)

Criei o meu também. Chama-se strava rsrsrs

Corredor de rua*

quinta-feira, 31 de outubro de 2019


SOBRE FAKE NEWS...


Certa vez, disse Thomas Hobbes: "quando se constrói sobre falsos fundamentos, quanto mais se constrói, maior é a ruina."

De quem será a maior ruina? De quem construiu ou de quem sofreu efeitos da construção?...


Ass. Zé Bidu

sábado, 5 de outubro de 2019

WHO WAS THE SAINT WHO MADE THE MIRACLE?


Boanerges Cezário*

The Brazilian Society, in view of politic polarization, come questioning
the social programs created on the last years.
Actual discourse, in the last years, the government management had as
an objective the population impoverishment, making marketing over
income distribution through social programs with various kind of them as
(bolsa família- is a kind of social program), etc…
According one portion from the population and from the economists, a
solution would be finish with social programs and accumulate wealth again,
which the capitalists will be good ones and will divide their wealth.
I lived for five decades and when I have started to know me as a person, I
was in full epoch of “Brazilian Miracle”, in the beginning of 197o s decade,
when the elites from here, inebriated by the delayed capitalism, said that the
wealth was of all.
Everyone saw the economic disastrous in that moment, that of “Brazilian
Miracle” not had nothing, because if would had been, some Saint would had
appeared to be beatified.
And now the neoliberalism makers are coming back, promoting,
deliberately, ideas from:
I. Disqualification of Public Administration as a supplier of physical
infrastructure, leaving the collective interests out;
II. Dismantling of administrative mechanism, fomenting the increase
of capital concentration and of income;
III. Unacceptable expansion from credit to consumption , as well as to
the exploitation not sustainable from raw materials

Facing this context, we draw the conclusion these ideas nothing represent
the true miracle which we are waiting for, which bring us to defend the urgent
necessity of a model that will be wealth creators and divide the excessive
income, under sentence to get worse the level of concentration income.


We defend, that, the division of income will be just possible with an
efficient application of fiscal legislations, it needs to be surveyed by the Public
Finance Structure.

Blogger
Free translation
 by Sandra Silva

 (@ssilvauly4)

domingo, 22 de setembro de 2019

O PASSADO É UMA ROUPA QUE NÃO NOS SERVE MAIS!?



Boanerges Cezário*

Quais os pre-requisitos para entrar nos quadros dos tribunais de contas?
Antes que alguém responda, defendo que para as decisões de lá  serem corretas, bastava o analista ser professor de História.
Como lá tem muita gente da área jurídica e econômica, ninguém entende  nada e fica difícil até para um estudante de direito  aprender as primeiras letras dos princípios constitucionais, quando se depara com as decisões dessas cortes.
O tcu, por exemplo, é uma corte engraçada. Só descobre se uma coisa é  inconstitucional depois de consagrada  a situação, depois de anos e anos. É  um tribunal que trabalha para olhar o passado (coisa para historiador). A constituição, os princípios do direito civil nada valem.  Profere decisões para dizer que a constituição nada vale...

Ah, tenho certeza que historiadores nos quadros do tcu,   por conhecerem história e a justiça na história, decidiriam melhor pelo seguinte :

01 por conhecerem história, respeitariam a evolução dos direitos e consequente respeito, coisa que os bacharéis de plantão por lá  não respeitam;

02 por não serem juristas, leriam a constituição de forma objetiva, sem mais nem menos;

03 por serem historiadores teriam direito de errar por que não são juristas, então os juristas corrigiriam...

Mas a coisa se afigura assim: os juristas de lá erram historicamente por não respeitarem a constituição e por não entenderem de História...É o caos ou o fim?! Ou não!?


Blogger*

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

.POESIA DA DOR


 Carlão Mafra*

Que bom, quando sentimos a dor.
 Vamos agradecer resistir, sobreviver
 a esse mau aparente
  surgindo sempre na gente
 que não se cuida direito
 Com maus hábitos no viver
 no seu exagero contido
 fica assim bem reprimido
 quando esse mau aparece
 Na sua forma de ser
 abrolhar o amanhecer
 débil fraco, desalento... 
almejando um só momento 
 sua saúde boa, querer
 O que de melhor poderia
 emergir dentro do peito
 acordar com o firmamento
 acompanhar a Aurora
 sabendo que nessa hora
 o melhor é ter prazer
 E não querer perecer
 tentar fazer diferente
 com vontade e consciente
 procurando acertar
 Na sua  essência encontraro seu "eu"
 ingênuo e sábio
 nas suas entranhas a cura
 onde Deus vai lhe guiar
 Um sonho sereno e calmo
 um sublime despertar.


Poeta e compositor*