sábado, 19 de janeiro de 2019

PIRANGI PRAIANO 2019





Boanerges Cezário*
Há um ano, participei da primeira prova de 8Km na corrida Pirangi Praiano, a corrida mais charmosa do litoral sul.
Se alguém correu e não se lembra das emoções de um ano, relembre o cenário, lendo o link https://terrasofia.blogspot.com/2018/01/pirangi-praiano-2018-um-passeio-de.html
Se fosse um casamento seria comemorado hoje bodas de papel, exatamente um ano...
Muita coisa mudou.
Voltando à história das bodas, a de papel significa promessa. É o momento que a relação vai se desenvolvendo, fixando acordos, conhecendo um ao outro, ou seja, vão surgindo os pontos do alicerce do que se vai construir, aquela hora onde se escolhem os  materiais da obra do mais frágil ao mais resistente.
É claro que o papel lembra fragilidade, mas é nele que se anotam planos. É quando a relação vai amadurecendo onde a delicadeza, a sabedoria, a resiliência se somam fortalecendo estruturas.
Para alguns corredores, pelo menos, Pirangi Praiano 2019 foi a comemoração das bodas de papel, marca que deverá se repetir pelos próximos anos, que dure o infinito e não apenas “seja infinito enquanto dure”, a não ser que dure para sempre.
E assim será e o legal é que vai durar para sempre por todas as  bodas que forem possíveis.
 GO RUNNERS! GO, WINNERS!
Corredor/Blogger*

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

ENTÃO CASEI




Boanerges Cezário*

Caros leitores/corredores, se alguém não lembra ou porque não leu ou porque leu e esqueceu, relembro a todos que em junho desse moribundo ano, estive eu a relatar sobre meus complexos relacionamentos.

Se você leu até aqui é porque está interessado na minha sofrida história.

Se quer conhecer um pouco, vou remetê-los aos dois links onde desabafei aqui e falei sobre os meus relacionamentos, tendo em vista que não quero que você canse de procurar no google a minha história, pois esse buscador pode desviar você do meu objetivo e terminar “convencendo” você a comprar alguma coisa que você nem precisa...antes de ler meu texto, é claro.




Mas o fato é que casei com uma mulher quase perfeita. Ela tem tudo que a gente espera numa pessoa que inspira confiança.
Mas para entender mais e conhece-la, você precisaria ou precisará ouvir Lulu Santos, que sem conhecer a minha situação com ela, compôs uma música que diz tudo também que acontece num caso como esse.
Mas não tente descobrir que música seria essa. Pouparei você e a linkarei aqui:


Por ela me fazer tão bem, vou dizer como me trata, pois ela me trata assim por ser simplesmente assim: simples.

Fico até sem palavras para elogiá-la. De tão perfeita, procurei até no dicionário on line de português para ver se poderia achar uma qualificação completa para ela, e é assim que a vejo:



Essa mulher que me domou e fez com que eu saísse do marasmo e da vida sem sentido que vivia se chama CONSTÂNCIA.

E assim quem acompanhou minha sofrida história e viu o que passei na mão da Indi, ficou feliz quando encontrei Disci.

Com as idas e vindas nesses relacionamentos instáveis, evitei até correr a Ginga com Tapioca, pois talvez não suportasse a pressão e pulasse  da ponte Newton Navarro.

Agora, depois de tudo acontecido, conhecendo Constância  com ela vou até onde eu puder alcançar e quem sabe ultrapassar.

Com ela, tenho certeza que Go

 Blogger

domingo, 2 de dezembro de 2018

O MOTO CONTÍNUO DA CRISE FISCAL






*Boanerges Cezário


Os gestores públicos não podem mais fugir à necessidade de emprestar eficiência ao aparelho estatal. 
Como é sabido, em face das necessidades econômicas, de otimização e do uso racional da máquina estatal, é necessário que se planejem novos rumos para que a Administração Pública verdadeiramente trilhe no caminho do pleno desenvolvimento. 
Não se concebe desenvolvimento com uma folha de pessoal que ultrapassa os limites da razoabilidade, engessando os investimentos em infraestrutura, que alavancam a economia, geram empregos e impostos.
Mas a culpa não é do servidor público como querem os arautos neoliberais. Os administradores é que  precisam fazer o seu “dever de casa”, ou seja, emprestar e exigir mais eficiência dos serviços públicos. 
Há cinco anos, eu lia uma matéria publicada no extinto Jornal de Hoje, do dia 31.07.2013. Ficava ali evidenciado que o ‘O Estado estava tecnicamente quebrado”, deixando bem evidente a necessidade de correções e devidas adequações das despesas da máquina estatal.
Fontes indicavam, aliás, já em 2010, 3 anos antes da matéria e há 8 da presente data,  que o TCE, já concluira que um ponto nevrálgico a considerar era o crescimento em 90,7% no saldo da dívida ativa em relação a 2008 (há 10 anos da presente data), enquanto que a receita obtida com a sua cobrança foi de apenas 0,14%.

Assevero isso, pois essa novela não é de hoje e sempre a equipe que chega expõe o problema, fala que herdou dificuldades, mas soluções de verdade não aparecem muitas.
Administrar não é fácil e gerir a coisa pública mais difícil ainda.
Ninguém ainda lembrou, mas as Fazendas Estadual e Municipal já possuem as suas Varas Privativas para cobrança da dívida ativa. O desencadeamento de uma operação conjunta entre tais órgãos ensejaria um novo conceito de cobrança, haja vista em muitos casos os devedores serem comuns.
Nesse diapasão, cabe aos gestores revigorarem a execução e a cobrança da dívida ativa, bem como efetivar ações preventivas evitando a inscrição dos valores na dívida ativa. Mas também não faz sentido refis e perdões de dívidas, quando o volume da arrecadação não supre as necessidades públicas e quando suprem, aparecem desvios diversos.

E por falar em dívida ativa... há muitas ações de execução fiscal em tramitação, mas o que chama a atenção é que mesmo vendendo os bens das executadas, quando existem, persiste ainda o alto índice de endividamento dos empreendimentos, em face da ausência de capital de giro, de altas dívidas no sistema financeiro, da falta de financiamento bancário e da carência de credibilidade das empresas, dentre outros fatores;
De imediato, constata-se aparente insolvência dos empreendimentos, pois com patrimônios pífios, a venda perseguida não cobre as dívidas deixadas e surgidas por empresas que operam assim.

Além dos fatores acima elencados, aparecem ações judiciais diversas, ocasionando o aumento do passivo com cobranças várias e diminuição dos ativos, quais sejam Reclamações Trabalhistas, Execuções Fiscais e Diversas, Monitórias, Usucapião, dentre outras.

Nesse patamar, surgem também diversos credores iludidos, famintos em abocanhar um patrimônio ínfimo, que só fazem aumentar na verdade as taxas de congestionamento processuais nas Varas e Tribunais, posto que as empresas executadas, carregam veementes sinais de insolvência, sendo a falta de recolhimento de tributos um dos indicadores.

Alguns credores ajuízam execuções como se tais negócios solventes fossem, sem qualquer sinal de patrimônio para cobertura.

Perante tais situações, forçoso é concluir que se torna racional a decretação da Falência de tais empreendimentos, sendo necessário providências informadoras aos credores e executados de tais evidências para que requeiram judicialmente a respectiva decretação judicial da insolvência dos empreendimentos, aplicação elementar do princípio da economia processual.


            Seria interessante que a Fazenda Pública, com a devida vênia, inovasse no seu modus operandi, requerendo judicialmente a decretação judicial de Falência dessas empresas de fachada, junto à Vara competente no foro estadual,  já que outros credores não se interessam.

Falo isso, pois anualmente continuarão surgindo novas execuções contra tais empresas , haja vista que a formalização da baixa na forma da lei nunca será providenciada pelos sócios desses empreendimentos de araque, pois não é do interesse deles, muito embora os processos fiquem “vivos” nas varas e Procuradorias.


Empreendedores desse naipe, ou seja, que abrem empresas e as abandonam porque não sofrem quaisquer restrições cadastrais em seus nomes,  continuam operando em novos grupos e a Justiça continua a receber Execuções Fiscais e diversas contra devedores insolventes como, repito, se solventes fossem.


Acredito que só no processo Falimentar tais empreendedores de fachada sairiam do mercado, pois os efeitos da decretação os afastariam também de quaisquer atividades empresariais, evitando novas aberturas de empresas pelos mesmos empresários do tipo muçum ( espécie de peixe desprovida de escamas, difícil de pegar exatamente por ser escorregadio)
Antes só os Municípios pareciam ser o extrato onde a conta do descontrole aparecia mais evidente, agora o Estado também, mesmo com todo o aparato legal e fiscalizador que se tem hoje.
Por fim, há algum tempo, um jornalista de outro veiculo da imprensa daqui, falando sobre outra crise parecida, dizia o seguinte: “Crise há, sim, grande; mas não há mártires; nem ingênuos”.
A frase foi dita há dez anos, mas ainda serve para hoje.

Blogger*

domingo, 4 de novembro de 2018

UM COMANDO, UMA VOZ (memórias de um Mestre de Cerimônias)


Boanerges Cezário*

Trabalhei junto ao cerimonial de uma instituição por 20 anos. Pouca gente percebe, mas há diversas ações de última hora para que o evento se realize.
Comandos e falas são encaixados em seus devidos lugares e de forma discreta para que tudo saia perfeito durante o cerimonial.
A todo minuto se confere a lista de presença, alterações, novas inserções de pessoas a formarem a mesa, a lista de convidados, o seleto rol de quem vai ficar na sala vip, dentre outras ações.
Na formação da mesa, há um item importante a se observar: a ordem de onde
cada pessoa, de acordo com o seu grau de importância no evento, deverá se posicionar, pois alguém certamente irá ocupar a cadeira central da mesa.
Ler, reler o script é fundamental para não se esquecer nomes, não colocar quem não vai ser chamado, não trocar tratamento, enfim, uma falha nesses momentos tensos que antecedem o evento pode ser fatal para o bom resultado da cerimônia.
Mas há uma regra, que considero fundamental para que cada evento saia dentro dos padrões. Chamo de regra raiz, que é “UM COMANDO, UMA VOZ”.
Nada nem ninguém pode esquecer de observar tal regra, pois é nela que está concentrado todo o equilíbrio das ações e atividades que serão desencadeadas.
Assim, nem todo mundo pode convidar todo mundo para participar de uma mesa, ocupar poltronas. Nem todo mundo pode fazer discurso, fazer apartes, falar de improviso etc
Essas experiências e memórias de cerimoniais que participei fizeram me lembrar dos últimos momentos noticiados na mídia sobre a fala do presidente eleito e dos seus prováveis ministros.
Como ele é Capitão do Exército, parece que o seu vice, superior dele na vida da caserna,  quer falar sem a anuência do chefe, pois durante a campanha isso já tinha acontecido.
Por sua vez, o provável Ministro da Fazenda também já entrou em choque com a fala do presidente sobre diversos assuntos, dentre eles, relações com a China e Previdência.
Os três tem opiniões fortes e aparentemente divergentes, mas para que a cerimônia de governança dê certo, é preciso que conversem antes nos bastidores para que só a fala do Presidente venha à tona, pois ele afinal de contas é o chefe do governo é o “comandante do cerimonial.”
Um chefe de cerimônia ficaria louco se recebesse ordens de várias pessoas para seguir num evento sem convergência no script.
Para preservar o emprego dele e o brilhantismo do evento, o Mestre de Cerimônia deve seguir as orientações do Presidente do evento. Por mais que os outros apareçam ou queiram aparecer, a regra “UM COMANDO, UMA VOZ”  é a mais sensata e correta.
A capilaridade excessiva nos eventos da vida deve ser evitada para que o cerimonial não se transforme em “CASA DE MÃE JOANA”.
E assim, durante anos e anos como Mestre de Cerimônia, aprendi que não se pode tirar o brilho do ente mais importante do evento. Quem não quiser seguir a regra, que crie seu próprio evento e forme sua própria equipe.


 Blogger*








quarta-feira, 24 de outubro de 2018

EMPACOTADORES DE SUPERMERCADO E O TRABALHO ESCRAVO DOS CLIENTES



Boanerges Cezario*
Hoje foi publicado na página do Supremo Tribunal Federal a seguinte notícia:
(http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=393625) :
“Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou provimento, na sessão desta quarta-feira (24), ao Recurso Extraordinário (RE) 839950, interposto pelo Município de Pelotas (RS) para questionar decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) que declarou inconstitucional lei local que obriga supermercados e similares a prestarem serviços de acondicionamento ou embalagem de compras. A tese aprovada para fins de repercussão geral afirma que “são inconstitucionais as leis que obrigam os supermercados ou similares à prestação de serviços de acondicionamento ou embalagem de compras por violação ao princípio da livre iniciativa”.
(...)
O relator do recurso  foi o ministro Luiz Fux, que votou pela improcedência do pleito, voto proferido no bojo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 907, “(...)ajuizada contra uma lei do Estado do Rio de Janeiro com o mesmo teor, o STF reconheceu, por maioria de votos, a inconstitucionalidade da lei fluminense, por entender que a norma que exige contratação de funcionário específico para empacotamento usurpa a competência privativa da União para dispor sobre direito do trabalho e direito comercial, lembrou o ministro.
Houve divergência, pois os ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello discordaram parcialmente do relator, mas sob a argumentação do Direito do Consumidor.
A decisão é justa? Não pode ser.
Seria justa se dissesse também que é inconstitucional os supermercados instalarem dispositivos de caixas e balanças para o cliente pesar, pagar e empacotar suas compras.
O cliente, nesse caso, acumula a função de Caixa e empacotador, mas nada recebe em troca, nem desconto.
Isso é trabalho escravo, que até agora ninguém atentou e nenhuma organização ajuizou ação junto ao Poder Judiciário para dizer se é ou não inconstitucional.
E você, leitor, o que acha?
 Blogger*

domingo, 2 de setembro de 2018

CINISMO POLÍTICO




Boanerges Cezário*

Começou a propaganda eleitoral e é tão engraçado o que nela propagam, que até esse artigo se torna repetitivo e poderei publicá-lo nas próximas eleições sem mudar uma vírgula.
Tem uma palavra que permeia o tom dos discursos, que se chama cinismo.
Ah, sim, mas é bom lembrar o que é cinismo porque os cínicos não lembram o que é e os não cínicos esquecem de procurar no dicionário para lembrar do que se trata.

Mesmo com o google, prefiro ir ao dicionário físico e consultar, neste caso, Dicionário SM.

Está lá:

“s.m. Ironia ao tratar sobre assuntos sérios ou falta de vergonha ao fazer algo digno de ser reprovado”

São diversos os temas tratados na propaganda, em todos a mesma maestria em enrolar dizer o que não vai fazer, nem pode, dentro da atmosfera política e econômica.

Eis algumas:

01 construção de creches e escolas para o povo.
Você já viu algum filho ou neto de político frequentando uma creche ou escola pública?

02 hospitais e upas para todos
Já encontrou algum deles na fila desses órgãos?

03 serviço público de qualidade
Como se mantém isso, atrasando salários e achatando o ganho real.

04 carga tributária justa
Os grandes grupos não pagam impostos, mas o pobre paga da caixa de fósforo ao botijão de gás



O eleitor gosta de ser enrolado quando se deixa enganar pelo discurso dominante, mas deveria pensar qual realmente é o desejo dos políticos rotineiros.

Voltando para os itens, vejam só o que realmente eles querem:

01 que o povo tenha filhos para ficar dependente de creches e escolas, mas adivinha a quem pertencem as construtoras que vão realizar tais obras?!
02 as construtoras são as mesmas do item 01 e os médicos são filhos de donos de construtoras!
03 serviço público sem qualidade é o  desejo de grandes empresas, que se apropriam das verbas públicas para construírem hospitais, escolas etc
04 sem arrecadação de impostos suficiente, voltamos ao Feudalismo...

Então além de cinismo, o leitor tem que pesquisar sobre o que é Feudalismo e como funcionava.
Então para entender o momento , o eleitor teria que estudar História e entender a relação esperta entre donos de dinheiro e os donos do poder.
Nem precisa entender de Economia e Política, basta ler os livros de História.

Leitores, prestem atenção, a “sabedoria” dos políticos é alimentada por atitudes impulsivas do eleitor.



Blogger*


domingo, 8 de julho de 2018

QUEM FOI FOI, QUEM NÃO FOI...GO!



 Boanerges Cezário*

o dia 07 de julho de 2018 foi marcado por um evento importante das corridas de rua do Estado do Rio Grande do Norte: a Corrida Soldados do Fogo, que teve como marca a alegria e espírito esportivo, ocorrida nas ruas do Tirol ao centro de Natal.
 Muito bem organizada contou com a participação de mais de duas mil pessoas, entre atletas profissionais, novatos e veteranos de rua, desses que correm só pelo prazer da corrida.
E aí vem a palavra prazer, que é contagiante e faz todo mundo sair de casa, treinar, aproveitar o tempo antes dos afazeres.
Alguns trabalham em casa, outros fora de casa, outros estudam e outros trabalham duro para orientar esse conjunto de pessoas, cada uma mais diferente da outra, cada uma com uma mania, enfim, o trabalho complexo mesmo fica mais para os educadores da Equipe Go.
Corrida a parte, correr em equipe, chegar para o aquecimento, bater papo, experimentar o lanche antes da corrida é o que faz também a equipe ser atrativa, pois parece que estamos em casa e vamos “dar uma corridinha ali”.
E por falar em aquecimento, chegar na tenda parece que todo mundo já se conhece mesmo quem nunca se viu, caso dos que correm em horários diferentes.
A perseverança dos que correm menos, o apoio dos que correm mais, os gritos, aplausos esperando quem ficou pra trás faz toda uma diferença, pois o corredor corre sabendo que vai chegar, terá alguém para abraçar e comemorar a vitória da chegada. Quanto ao tempo...ah! o tempo, ainda tem isso, mas quem prestou atenção? Até vale olhar para quem tem objetivos mais elevados para cumprir, pois atingir marcas maiores de 21 e 42, por exemplo, tem que considerar o tempo também para superar o medo que é comum quando temos que cumprir desafios. Corridas assim preparam e servem como testes para testar os próprios limites.
E quem foi que disse que a corrida para quando se encerra a etapa de rua?
No grupo de whatsapp virou uma maratona, onde a gente viu a corrida por outro ângulo, emoções sob outros focos, as marcas, os tempos expostos...que beleza.
Então, como diria o gordinho jaguatirica...”É bom de mais, Junior!
E assim pelo Fogo dos Soldados que ali foram e para os que querem ir na próxima, digo que
QUEM FOI FOI, QUEM NÃO FOI...GO!


 blogger/corredor*